HAMAS x ISRAEL - DE QUAL LADO ESTÁ DEUS?
HAMAS x ISRAEL - A REINVINDICAÇÃO DO HAMAS É JUSTA, PORÉM A AÇÃO É CONDENÁVEL
O conflito entre Israel e
Palestina existe desde 1947, quando a ONU propôs a criação de dois Estados na
região. A proposta foi aceita pelos judeus, mas rejeitada pelos árabes.
Para compreendermos as razões
do conflito atual entre a Palestina e Israel, é preciso conhecer a História
de Israel, que passaremos a resumir adiante, e depois comentaremos a
respeito do conflito.
História de Israel
O território onde está hoje a Nação de Israel era habitado por
diversos grupos religiosos, principalmente judeus e árabes, além de
cristãos, sendo a região considerada sagrada para os praticantes de três
religiões monoteístas (judaísmo, islamismo e cristianismo). Contudo,
o principal grupo religioso e populacional da área era o dos árabes, sendo o
Oriente Médio a principal zona de concentração da população islâmica no
mundo.
Os árabes ainda se distribuem por diversos países do Oriente Médio,
inclusive pela Palestina, região compreendida na área de localização de Israel
nos dias atuais. O aumento da ocupação judaica na região é explicado
pelo movimento sionista, que defendeu a criação de um Estado para o povo
judeu. Por razões históricas e religiosas, a região da Palestina sempre foi
reivindicada pelos judeus como propícia para a criação de um Estado, mas essa
opção sempre foi rejeitada pelos árabes, que habitavam majoritariamente a
região[1].
E nesse caso, é preciso trazer à pauta a Religião e as Histórias
contidas no TORÁ (Para nós o Antigo
Testamento) e o ALCORÃO ou CORÃO, que é o livro sagrado do
Islamismo. Os muçulmanos creem que o Alcorão é a palavra literal de Deus (Alá)
revelada ao profeta Maomé (Muhammad) ao longo de um período de vinte e três
anos. É um dos livros mais lidos e publicados no mundo[2],
os quais divergem a respeito da herança da Terra Prometida e o Direito a ser o
povo escolhido.
A partir da ocupação do Oriente Médio pela Grã-Bretanha, em 1918, assim
como pela atuação desse país na resolução de conflitos entre árabes e judeus ao
longo da primeira metade do século XX, o desejo da fundação de um
Estado judaico na região começou a tomar forma.
Para tal, por meio da atuação da Grã-Bretanha e de diversos outros
países do globo, assim como pela reivindicação da população judaica mundial,
foi proposta e aprovada pela Organização das Nações Unidas (ONU) a criação de
dois Estados na região da Palestina: um judeu e um árabe. Sendo assim, apesar
da resistência dos países árabes e da população palestina, em 1948, foi
aprovado e criado o Estado de Israel[3].
Desde então, Israel viveu vários conflitos com os países árabes da
região e com a própria população árabe que ainda habita o território
israelense.
Os conflitos na região foram marcados pela intensa
rivalidade político-religiosa, pela superioridade militar de Israel, além
das inúmeras perdas materiais e humanas, em especial, para o povo palestino.
Nas últimas décadas, com o apoio dos Estados Unidos, Israel
assinou tratados de paz com os países vizinhos, como Egito e Jordânia, porém,
continuou expandindo suas áreas de ocupação para além das fronteiras
delimitadas em acordos internacionais[4].
Esse último cenário contribui para a recorrência dos conflitos. A última
escalada de violência ocorreu em maio de 2021, por meio da disputa entre as
forças militares de Israel e a população civil e grupos armados ligados à
Palestina.
Geografia de Israel
Israel está localizado na Ásia, mais precisamente
no Oriente Médio, mas possui muitos laços políticos e econômicos com
os países da Europa. O país é banhado pelo mar Mediterrâneo e faz
fronteira com:
Ø
Egito, Jordânia, Síria e Líbano[5].
O território israelense, apesar da pequena extensão territorial,
apresenta uma grande diversidade geográfica.
Em relação ao relevo, está localizado em uma região de planície,
com exceção das porções norte e central, marcadas pela presença de cadeias
montanhosas. O principal rio do país é o Jordão, que também é uma
importante fonte de água, já que o território israelense é extremamente seco.
O clima de Israel é predominantemente Desértico, nas áreas
de planície, e Temperado, nas regiões de maior altitude, onde,
inclusive, há ocorrência de neve durante o inverno. A vegetação israelense
é formada por plantas típicas de regiões mediterrâneas, nas áreas litorâneas, é
também por vegetação desértica, nas áreas mais secas do país.
Mapa de Israel
(Fonte:
https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia)
Demografia de Israel (Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia)
Os judeus migraram para a região como parte de um movimento chamado
sionismo, que defendeu a criação de um Estado formado pelos povos judeus na
região atual do Estado de Israel, considerada sagrada para os praticantes do
judaísmo.
Dessa maneira, a maior parte da população israelense foi formada
por migrantes judeus provenientes de diversas partes do globo. O
país possui ainda uma importante minoria árabe, que já ocupava historicamente a
região com pequenos grupos populacionais cristãos. A diversidade populacional
de Israel é percebida na língua, sendo os idiomas oficiais o hebraico e
o árabe, e também na religião, por meio do predomínio do judaísmo, mas
também da presença de praticantes do islamismo e do cristianismo.
A população israelense desfruta de um elevado nível de vida.
Israel possui indicadores demográficos positivos, como a baixa mortalidade
infantil, a elevada expectativa de vida e, ainda, uma consistente taxa de
crescimento populacional. O país é extremamente urbanizado, e a maior
parte da população local vive nas cidades.
Economia de Israel (Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/paises.htm)
A economia de Israel é uma das mais desenvolvidas do planeta.
É bastante diversificada e marcada pelo alto desenvolvimento tecnológico e pela
alta produtividade local. O setor
primário é caracterizado pela mecanização e pela grande utilização
de insumos agrícolas. O país possui grandes áreas cultivadas por meio de
irrigação, com destaque para a fruticultura. Além disso, produz diversos
gêneros agrícolas, como grãos e hortaliças, principalmente para consumo
interno.
O setor
secundário está ancorado na produção de bens tecnológicos de alto
valor agregado. As principais indústrias do país são a eletrônica, bélica,
química, farmacêutica e de máquinas e equipamentos. Já o setor
terciário é baseado no desenvolvimento dos serviços,
como as atividades bancárias, a saúde e a educação. O turismo em Israel é um
ramo importante, com destaque para o turismo histórico
e religioso.
O Estado de Israel possui uma
economia desenvolvida, com destaque para o alto desenvolvimento tecnológico.
Infraestrutura de Israel (Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/paises.htm)
A infraestrutura israelense é uma das mais modernas do mundo,
tanto em termos estruturais quanto em termos de serviços para a população. O
acesso à saúde e à educação é universal e
considerado um dos melhores do mundo. O país, apesar de estar situado em uma
das zonas mais conflituosas do globo, possui altos níveis de segurança.
Além disso, Israel oferece para sua população estruturas
modernas de transporte, energia e telecomunicações. O país está na
vanguarda do desenvolvimento de tecnologia de informação e possui alto nível de
digitalização da sua economia. Além disso, possui centros de pesquisa e
desenvolvimento renomados em nível global[6].
A pesquisa científica em Israel é muito valorizada, sendo apoiada pelos
diversos centros acadêmicos do país assim como por grandes corporações
empresariais. O país também é pioneiro na utilização de fontes
alternativas de energia, na utilização da água do mar para abastecimento
humano e, também, no desenvolvimento de projetos de irrigação.
Governo de Israel (Fonte: Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/paises.htm)
O governo de Israel é classificado como uma democracia
parlamentar. O presidente é o chefe de Estado, porém o principal
cargo público do país é o de primeiro-ministro, escolhido por meio de
acordos políticos entre os representantes do Parlamento.
O Parlamento israelense é formado por 120 membros, escolhidos pela
população de quatro em quatro anos. O país possui eleições livres e
pluripartidárias, sendo que Israel é considerado a única democracia plena
do Oriente Médio. No entanto, a participação de minorias religiosas, como os
árabes, ainda é muito pequena na política nacional[7].
Bandeira de Israel (Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/paises.htm)
Cultura de Israel (Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/paises.htm)
O Estado de Israel está localizado em uma região de grande
diversidade étnica e religiosa. A influência da religião, inclusive, é
marcante nos hábitos da sua população, sendo um importante traço da identidade
nacional. O país adota o calendário hebraico e possui diversos
feriados ligados às festividades religiosas judaicas.
O CONFLITO ATUAL EM SI
A população de Israel foi surpreendida na manhã de 07 DE OUTUBRO DE
2023 por um forte ataque do grupo HAMAS[8],
que controla a Faixa de Gaza, da qual foram lançados mais de 2,2 mil foguetes
num ataque surpresa. Militantes armados do HAMAS entraram pela fronteira e
começaram a invadir casas, matar soldados e civis. Mais de 300 pessoas morreram
e 1,5 mil ficaram feridas. Mais cedo, o comandante militar do HAMAS, Muhammad
Al-Deif, divulgou mensagem na qual anunciou que o ataque faz parte da operação
Tempestade Al-Aqsa. (Fontes: Diversos Jornais e
sites que comentam o assunto)
O primeiro-ministro de Israel, Benjamim Netanyahu, foi surpreendido
pelo ataque, que revelou graves falhas do seu serviço de inteligência, o MOSSAD,
considerado um dos melhores do mundo. Mas reagiu prontamente, ao declarar
guerra ao HAMAS, em gravação na qual afirmou que os fundamentalistas islâmicos
pagarão "um preço sem precedentes". Foi decretado estado de
emergência em todo o território de Israel e os reservistas foram mobilizados.
Netanyahu ordenou "limpar de terroristas" os assentamentos na fronteira
da Faixa de Gaza.
Importante mencionar que o HAMAS, tal como a maioria das facções e
partidos políticos palestinos, insiste que Israel é uma potência colonizadora e
que seu objetivo é libertar os territórios palestinos das garras de Israel[9].
O conflito eclodiu num momento delicado para Israel, em que amplos
setores da sociedade se mobilizavam contra as medidas propostas por Netanyahu
para controlar a Corte Suprema do país e adotar um regime de características iliberais[10].
O ataque do HAMAS fortaleceu o primeiro-ministro, que recebeu apoio de todas as
forças políticas israelenses e dos países do Ocidente, a começar pelos Estados
Unidos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Vulgo LULA) condenou "os
ataques terroristas"[11].
Atual presidente do Conselho de Segurança da ONU, o Brasil convocou uma
reunião de emergência do órgão. Segundo o Itamaraty, há grave e crescente
deterioração da situação política da região, 30 anos após os Acordos de Paz de
Oslo. O conflito entre Israel e Palestina ocorre desde 1947, quando as Nações
Unidas propuseram a criação de dois Estados — um judeu e um árabe — na
Palestina, sob mandato britânico. A proposta foi aceita pelos líderes judeus,
mas rejeitada pelos árabes como já mencionado anteriormente na parte da
história de Israel.
Os britânicos deixaram a região, e o Estado de Israel foi proclamado
pelos líderes judeus no ano seguinte, o que causou a Guerra árabe-israelense de
1948. Novo conflito bélico ocorreu em 1967, a Guerra dos Seis Dias. Israel
tomou à força a Cisjordânia e Jerusalém Oriental, então sob controle da
Jordânia, bem como a Faixa de Gaza, sob administração egípcia. À época, 500 mil
palestinos fugiram. Desde então, anexou Jerusalém Oriental (onde estão
localizados santuários venerados por cristãos, judeus e muçulmanos) e ocupa a
Cisjordânia.
Paz distante
Entretanto, Israel se retirou da Faixa de Gaza, controlada pelo
movimento islâmico HAMAS desde 2007. A segurança de Israel, as fronteiras, o
estatuto de Jerusalém e o direito de retorno dos refugiados palestinos que
fugiram ou foram expulsos de suas terras são assuntos sobre os quais nunca se
chegou a um entendimento. Apesar do Acordo de Oslo, as tentativas de paz
fracassaram. Israel exige seu reconhecimento como um Estado judeu, e a não
criação de um Estado palestino inviabiliza qualquer acordo.
Para complicar a situação, a Autoridade Nacional Palestina (ANP) perdeu
legitimidade entre os próprios palestinos com a paralisação do processo de paz
e acusações de corrupção. Maior organização islâmica nos territórios ocupados,
o HAMAS é considerado um grupo terrorista por Israel, Estados Unidos, União
Europeia, Reino Unido e outras potências globais[12].
O grupo surgiu em 1987 após o início da primeira intifada palestina, o levante
de jovens contra a ocupação israelense da Cisjordânia e da Faixa de Gaza.
O HAMAS venceu as eleições legislativas da Faixa de Gaza em 2006 e
expulsou a Autoridade Palestina da região. Tem apoio do Irã, da Síria e do
grupo islâmico xiita Hezbollah, no Líbano, o que é sempre uma ameaça para
Israel[13].
Não há a menor possibilidade de negociação com os israelenses, depois do ataque
de ontem, enquanto o grupo não for dizimado ou entregar suas armas[14].
As opiniões divergem a respeito de que Israel não é um enclave europeu
no Oriente Médio, mas sim fruto de um movimento nacionalista que surgiu na
Palestina com a dissolução do Império Turco e se tornou vitorioso após a
Segunda Guerra Mundial.
Porém, ao analisarmos a história da criação do Estado de Israel na
Palestina, o que não foi consenso na Região, esse entendimento se esvai na
própria narrativa.
Israel Estabeleceu-se como Estado democrático, em bases
étnico-religiosas, o que é uma contradição, e para piorar, como já mencionamos,
após firmar-se, passou a ocupar outros territórios. Por isso, desde a ocupação
das terras conquistadas em 1967, Israel está diante de escolhas difíceis:
Desmantelar os assentamentos de colonos judeus nesses territórios
ocupados[15] e
voltar às fronteiras de 1967, nas quais a população judaica é amplamente
majoritária; ocupar essas áreas e ficar em minoria demográfica, o que
inviabiliza o status étnico-religioso do Estado de Israel; ou manter a ocupação
e expulsar os palestinos dessas áreas, tomando-lhes as terras e os meios de
sobrevivência para forçá-los ao exílio[16].
O ataque do HAMAS pode levar a ações por parte de Israel que causarão
fatalmente um impasse mexicano na Região,
o qual poderá trazer graves e incalculáveis consequências para o mundo, para o
planeta e para o futuro da própria humanidade.
Não sou contrário à causa de Israel, também não sou contrário à causa
dos Palestinos de GAZA e da CISJORDÂNIA, que isso fique bem esclarecido, sou
totalmente contrário e repudio a forma de atuação do HAMAS que claramente se
perpetua, sim, como um Grupo de Terroristas Radicais e que apenas consegue com
suas ações covardes e criminosas agravar as tensões e tende a conduzir o mundo
todo a um conflito macabro.
“Não há nada
mais servil, desprezível, covardemente e tacanho que um terrorista.”
(CHATEAUBRIAND)
Porém,
Às vezes os problemas são
sinais de que chegou a hora de o guerreiro iniciar uma nova batalha. (Roberto
Shinyashiki)
J.
Uanderley Vaz
Jornalista
Independente
Registro
MTE Nº 0092372/SP
[1] Os Árabes são maioria
absoluta na Região, seja em população, seja em ocupação geográfica, seja pela
religião muçulmana.
[2] Ao contrário do que pensam os
Católicos, Evangélicos e outros Cristãos, que imaginam ser a Bíblia Sagrada.
[3] Na verdade foi imposta a
Criação desse dois Estados e isso, por si, já foi motivo de inicio de conflito.
[4] E nesse ponto, Israel agravou
sua rejeição na Região, atiçando a revolta dos Árabes, que já não aceitavam bem
a imposição do Estado Judeu na área Palestina.
[5] Cercado pelo povo Árabe
[6] E nesse ponto, Israel não
favorece os Palestinos da Faixa de Gaza, onde recebem infraestrutura deficiente,
como se fosse cidadãos de segunda classe.
[7] Mais uma razão para manter a
animosidade com a população Árabe na Região e no Território ocupado por Israel.
[8]
Organização islâmica
com ala militar, o Hamas surgiu pela primeira vez em 1987. Era um desdobramento
da Irmandade Muçulmana, um grupo islâmico sunita fundado no final da década de
1920 no Egito.
A própria palavra “Hamas” é um acrônimo para
“Harakat Al-Muqawama Al-Islamiyya” – que em tradução livre significa “Movimento
de Resistência Islâmica”. O grupo, tal como a maioria das facções e partidos
políticos palestinos, insiste que Israel é uma potência colonizadora e que seu
objetivo é libertar os territórios palestinos das garras de Israel.
[9] O que não deixa de ter sua
fundamentação e sua parcela de razão no tocante à reinvindicação.
[10] Mais uma razão para o ataque
do HAMAS que já busca motivos para justificar suas ações contra Israel.
[11]
Em minha opinião, LULA fez
tal declaração de repudio ao HAMAS por pura politicagem, e suas declarações
foram de grande hipocrisia, tendo em vista que LULA é um dos amigos da
Organização Terrorista, portanto, suas declarações de repúdio, são apenas de
fachada. (Ressalto, opinião pessoal)
[12]
E acaba se perpetuando
com essa imagem em razão das ações e formas de pleitear, com ataques a civis, barbáries,
e atos de violência contra pessoas não militares. Se o HAMAS, como autoridade
eleita e reconhecida pelo povo da palestina se portasse como um Exército
regular, agisse dentro da convecção de Genebra, não poderia ser considerado como
um Grupo Terrorista.
[13] Esses apoios ao HAMAS
aumentam os riscos desse conflito em termos geopolíticos e em termos de ameaça
à paz mundial.
[14]
Se o Grupo for
dizimado, o que é improvável, o conflito não terá fim, pois outros grupos se
levantarão em vingança, e entregar s armas, isso está fora de questão, pois são
radicais e entendem sua luta como uma “Guerra Santa”.
[15] Que em meu entender seria o
correto, pois mantê-los ali se equipara aquilo que o MST faz aqui no Brasil e é
rejeitado pela maioria do povo brasileiro, por ser usurpação de propriedade.
[16] O que não apenas incitará
ainda mais a rejeição ao Estado de Israel na Região, criará revoltas nas nações
Árabes, fomentará o ódio e levará a um conflito de proporções inimagináveis e
com desfecho incalculável em prejuízo para o planeta como um todo. O ataque do HAMAS
pode levar a isso.
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